na catraca

7.07.2009

o contínuo origens: projeto galileo

E eu que achava que pro termo "prequel" tinha palavra em português... tipo... prólogo?


Antes mesmo de existir essa encarnação do que hoje é O Contínuo, a muito tempo atrás, na época da faculdade, existia um grupo (coletivo ainda num era palavra da moda) de jovens artistas (não auto) intitulados Pixels Boys (culpa de um certo professor Ramiro), que incluíam eu, Pedro Felicio, Dalton, a grande Yuk Hori e o inefável senhor Iwasso (também conhecido por Vitor Iwasso). Antes mesmo disso havia o Projeto Galileo, que era quase a formação dos Pixels, só que tinha o Alex Lyra ao invés do Vitor (próximo ao final, porque o Projeto Galileo teve mais formações que o Iron Maiden).

Uma das primeiras execuções era um projeto com italiano macarrônico, que estava em alta na época devido as novelas da Globo, que brincava com o faroeste-espaguete. Críamos um grupo fake, um curta, enfim, coisa pacas. A HQ que consta aí em cima, fazia parte dessa história, e o resto acho que da pra ver aqui. Toda essa história é mais ligada com parte da vida profissional que levamos o Dalton e eu, mas também tem a ver com a primeira injeção de adrenalina n'O Contínuo.

Foi desse projeto que surgiu o famigerado Sujo de 'MAIS UMA MADRUGADA FRIA' da nossa #1. Também foi daí que vieram os primeiros bicos na área gráfica e a grana pra primeira edição.

4 comentários:

Carlos T. Lemos disse...

Alguns detalhes: O feio (nome do personagem) é um retraçado da minha pessoa, a mulher da história é a minha digníssima esposa, Carol.

Isso aqui é praticamente um paranóia matutina, versão horror!

Carolina disse...

AGORA esposa... na época uma simples namorada... mas já trabalhando... rss...

Tô em todas! hehehheheeh.. me chama que eu vou.

Parabéns, o blog está muito legal.

ps.: eu não sabia o que era inefável.

Pedro Felício disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Felício disse...

E vale lembrar: as locações da HQ e do curta que está no site são todas no campus da USP e na casa do Carlão e da Carol (que na época também não era exatamente do Carlão e da Carol).
E vale lembrar que era um prazer incrível fazer essas coisas, nos idos de 2003.